segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Caso 2 - Quem matou o presidente Kennedy - 10 Casos Policiais mais misteriosos

Esse é sem dúvida um dos casos policiais mais famosos, importante e que mais alimentou teorias de conspiração. Não é o típico caso sem solução, afinal um suspeito, Lee Harvey Oswald, foi preso e acusado do crime. Mas nem todo mundo ficou convencido de que Oswald tenha sido o verdadeiro culpado ou agido solitariamente.


Casos Policiais Misteriosos
© iStockphoto.com /Dave Hughes
Avenida em Dallas, Texas, onde o presidente John F. Kennedy foi assassinado em 22 de novembro de 1963


Para muitos, ele foi apenas uma peça numa conspiração que, dependendo da versão, envolvia da Máfia a misteriosas agências governamentais que estavam tendo seus interesses contrariados pela administração Kennedy. Um dos filmes sobre o tema que mais alimentou a imaginação dos que acham que há muito mais sobre esse assassinato do que dizem as conclusões oficiais é “JFK” (1991), dirigido por Oliver Stone.

Caso 1 - A identidade de Jack, o Estripador - 10 casos policiais mais misteriosos


Descobrir quem foi o serial killer que assombrou Londres no fim do século 19 é sem dúvida o maior de todos os mistérios policiais que existe. Em 1888, pelo menos cinco prostitutas foram brutalmente assassinadas no bairro de Whitechapel por um maníaco que ficou conhecido como Jack, o Estripador. A polícia nunca conseguiu chegar a uma conclusão, apesar das investigações, e várias hipóteses sobre a verdadeira identidade do assassino têm sido levantadas. Nelas entre os suspeitos aparecem do príncipe Albert Victor, neto da Rainha Vitória, até Sir William Gull, médico da realeza britânica na época. Em 2002, a escritora Patrícia Cornwell investiu US$ 4 milhões numa investigação particular que a levou a concluir que o verdadeiro Jack, o Estripador, foi o pintor Walter Sickert, conforme ela demonstra no livro “Retrato de Um Assassino – Jack, o Estripador: caso encerrado”.

Reporter quebra Celular "inquebrável"

Que tal um pouco de música para alegrar?

Desde quando existe o CD?

Com o gramofone de Emile Berliner, patenteado em 1888, nasceu a obsessão por registrar e reproduzir música e sons sobre discos planos, em vez de cilindros. Depois da Segunda Guerra Mundial, os discos de vinil começaram a girar. No início, eles giravam a 78 rpm (rotações por minuto), e mais tarde a 45, 33 e 16. A fita magnética fez muito sucesso no formato cassete.

Em 1977, o analógico tornou digital, e a agulha se transformou em um raio. O disco laser tentou, em vão, superar vinis e cassetes.

As pesquisas continuaram, até que em 1980 a Philips e a Sony uniram forças para desenvolver o Compact Disc, ou disco compacto. O pequeno disco, de 120 mm de diâmetro e 1,2 mm de espessura, constituiu uma verdadeira revolução.

Ainda se discute por que os CDs de áudio têm duração de 80 minutos. A versão mais difundida é que a duração original do CD desenvolvido pela Philips (de 70 minutos) foi estendida para poder incluir a Nova Sinfonia de Beethoven. Alguns até atribuem o pedido ao famoso maestro Von Karajan. Outros, no entanto, acham que foi um truque da Sony para acabar com a vantagem da concorrência.

De qualquer forma, o CD se tornou um objeto de imensa popularidade. Sua evolução continuou posteriormente com o mini-CD, o CD-ROM, o CD gravável e regravável, e mais tarde, o DVD e o Blu-ray Disc. E esta história está longe de acabar. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Goleiro exibido se dá maç e é zoado pelo adversário

Veja Mariah Carey Bêbada em entrega de prêmio.

Quem disse que o frio não é legal?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

11 maneiras bizarras de morrer

Ao longo da história, houve algumas mortes bem incomuns (e há até um prêmio criado especialmente para elas, o Darwin Awards). Átila, o huno, morreu de uma hemorragia nasal. Isadora Duncan, dançarina americana popular nos anos 1920, morreu estrangulada quando seu cachecol foi pego no eixo do carro em que ela estava passeando. Stanford White, arquiteto do Madison Square Garden, de Nova York, foi morto por um tiro no telhado do prédio que ele projetou. E o escritor Tennessee Williams morreu engasgado com uma tampa de garrafa.

Essas são formas estranhas e irônicas de morrer, mas elas não estão entre as 11 mortes bizarras das páginas que se seguem.

11. Morte por bueiro

Essa morte bizarra e triste é um bom exemplo de má sorte trágica. Em 2008, um canadense morreu depois de tentar recuperar sua carteira roubada de uma boca de lobo. A carteira e alguns pertences foram roubados depois que o homem de 57 anos os deixara em um posto de gasolina. Ele chamou a polícia antes de encontrar a carteira jogada num bueiro próximo. O homem tentou sem sucesso alcançá-la pouco antes da polícia chegar, que o aconselhou a não tentar novamente. Mas o homem voltou depois, removeu a grade do bueiro e fez uma nova tentativa. Quando o policial que estava investigando o crime percebeu que o caminhão do homem tinha voltado, ele foi checar o bueiro e descobriu o homem preso pela cabeça vários metros abaixo da rua. A vítima ainda estava viva e assim ficou até que os bombeiros a tiraram de lá. Infelizmente, ele morreu no hospital logo depois.

10. Morte por desodorante

 Em 1998, um garoto de 16 anos morreu na Inglaterra de ataque cardíaco depois de ser exposto a muito gás de desodorante. Na época da morte, a BBC afirmou que, desde 1971, mais de 130 pessoas haviam morrido depois de inalarem propositalmente gás de desodorante aerosol, mas a morte do garoto foi apenas um caso acidental [fonte: BBC]. Parece que ele era obcecado por higiene pessoal e cheiro de frescor, por isso ele vaporizava seu corpo todo com desodorante ao menos duas vezes por dia.

O garoto exagerava tanto, que às vezes sua família podia sentir o cheiro no andar de baixo da casa. Apesar disso, eles nunca pensaram que o garoto estisse em perigo. A autópsia revelou que ele tinha 10 vezes a quantidade letal de butano e propano em sua corrente sanguínea. Acontece que o garoto usou o desodorante em um espaço relativamente confinado, embora as embalagens recomendassem usuá-lo em áreas bem ventiladas.

Deve-se observar que em estudos realizados pela Associação Britânica de Fabricantes de Aerossóis e pela unidade de toxicologia do Hospital de George, em Londres, os pesquisadores não conseguiram reproduzir as condições que levariam a efeitos danosos ou fatais da excessiva vaporização de produtos aerossóis em espaços confinados.

9. Morte por barba 

Em novembro de 2008, um professor canadense chamado  Sarwan Singh entrou para o livro Guinness por ter a barba mais longa que qualquer homem vivo. Ela pendia por impressionantes 2,36 m a partir do queixo. Mas o recorde de todos os tempos para a barba mais longa vai para o norueguê que deixou a barba crscer até 5,3 m. Seu nome era Hans Langseth, e ele morreu em 1927. Sua barba foi exibida no Instituto Smithsoniano. Nenhum desses homens teve muito problema com suas barbas. O mesmo não pode ser dito de um austríaco do século 16. A barba de Hans Steininger tinha só 1,4 m, mas foi suficiente para levá-lo à morte. Hans costumava manter sua barba enrolada em uma bolsa de couro, mas esqueceu-se de fazê-lo em um dia de 1567. Um incêndio estourou em sua cidade naquele dia e ele ficou enrolado na barba enquanto tentava escapar. Há relatos conflitantes sobre se Steininger quebrou seu pescoço ou se morreu no incêndio, mas as duas mortes são bizarras.

8. Morte por ovelha faminta

Ovelhas são criaturas bastante dóceis. Se você visitar uma fazenda de ovelhas, provavelmente vai encontrar criaturas lanosas em movimento errante ruminando grama. Infelizmente, em 1999, uma mulher na Inglaterra descobriu que ovelhas podem ter um lado agressivo, assim como muita fome. Betty Stobbs era mulher de um fazendeiro e tinha 67 anos na época do trágico encontro. Ela estava levando um delicioso jantar de feno para  o rebanho de ovelhas da família usando um veículo de quatro rodas com um pequeno trailler acoplado. A ovelha estava em um campo com vista panorâmica da presa. Quando Stobbs chegou com o jantar, o rebanho agrediu-a e pulou para dentro do veículo, jogando-a na cabine. A triste ironia dessa tragédia é que ela não morreu da queda em si. Ela poderia até ter sobrevivido, mas as ovelhas tombaram o veículo, esmagando Stobbs.


7. Morte por sutiã

Esta aqui não foi exatamente causada por um sutiã, mas a roupa de baixo feminina certamente não ajudou a situação para duas senhoras em Londres, em 1999. Essas duas amigas estavam andando no Hyde Park um dia quando caiu uma tempestade daquelas. O par tentou se abrigar sob uma árvore enorme quando um relâmpago massivo atingiu as duas. Aparentemente, os fios de metal do bojo dos sutiãs que as duas usavam atuaram como condutores, embora os investigadores acreditem que elas teriam morrido mesmo se não estivessem usando aquela lingerie. Infelizmente, as mulheres morreram instantaneamente, e seus corpos ficaram lá por 15 horas antes que alguém se aproxima-se deles. A causa oficial da morte, listada pelo investigador Paul Knapman, foi "falta de sorte".


6. Morte por videogame

Um representante da empresa de pesquisa de mercado The NPD Group fez um anúncio assustador no 2009 Dice Summit, encontro da indústria de videogame que acontece em Las Vegas. Executivos da indústria de games sabiam que seus produtos estavam em franco crescimento, mas a revelação de que 6 milhões de novos potenciais consumidores começaram a jogar videogame em 2008 surgiu como uma surpresa bem-vinda. A conferência também revelou que o jogo online, quando jogadores jogam uns contra os outros via Internet, cresceu 2% em 2008 [fonte: dicesummit.org].

Toda essa atividade no compo dos jogos levou a preocupações com o vício em videogame. Essas preocupações foram validadas em 2005 quando um jovem sul coreano morreu depois de uma longa jornada jogando a versão online de Starcraft. O jogo é bastante popular na Coreia do Sul, e jogadores populares são reverenciados. O homem de 28 anos desse trágico caso tinha jogado o game por cerca de 50 horas seguidas em um cybercafé em Taegu, fazendo apenas paradas curtas para um cochilo e para ir ao banheiro. Ele foi levado às pressas para o hospital depois de sofrer um colapso, mas morreu logo em seguida. A polícia acredita que a causa da morte tenha sido parada cardíaca provocada por exaustão severa.



5. Morte por melaço

Essa não foi apenas uma, mas 21 mortes - todas provocadas pela mesma causa bizarra. Em um dia quente de janeiro de 1919, em Boston, um enorme tanque contendo cerca de 9,5 milhões de litros de melaço explodiu no bairro North End. O tanque tinha 15,2 m de altura e 27,4 m de diâmetro e estava situado na zona portuária, em uma área habitada por imigrantes italianos. Ninguém sabe ao certo o que causou a explosão que lançou estilhaços a até 61 metros no ar.

Algumas das mortes foram atribuídas à força do deslocamento de ar provocado pela explosão em si, e é impossível dizer agora quantos exatamente pereceram em consequência disso. Mas nós sabemos que a explosão provocou uma parede de melaço de 7,6 m de altura que fluiu para o bairro a uma velocidade estimada de 56,3 km/h. A onda pegajosa derrubou pessoas e engoliu-as, levando-as a afogarem-se no líquido marrom grudento.

Levou meses para limpar a bagunça. Moradores do azarado bairro afirmam que ainda hoje é possível sentir o cheiro do melaço nos dias quentes de verão. 


4. Morte pelo sinal de Hollywood

Hollywood deixou mais do que uns poucos sonhos de fama e fortuna destruídos ao longo dos anos. A mais famosa dessas histórias tristes é provavelmente a da jovem atriz Peg Entwistle, de Wales. Enwistle tinha conseguido algum sucesso nos palcos, até ganhando papéis na Broadway, em Nova York, mas assim como muitos outros, elas foi atraída pelas luzes brilhantes de Hollywood, no centro de Los Angeles.

Uma vez na Califórnia, ela encontrou uma pequena medida de sucesso quando atuou no filme "Thirteen Women", mas a fama desejada ainda a evitava. Testes de projeção do filme foram ruins, e muito do trabalho dela foi cortado do produto final. Em 16 de setembro de 1932, ele subiu até o famoso sinal de Hollywood para seu ato final. Na época, o sinal ainda era "Hollywoodland", e era meramente uma anúncio publicitário de um condomínio em construção. Entwistle deixou seus pertences, inclindo uma nota suicida, na base do sinal, escalou-o e saltou do topo da letra "H".

Seu corpo ficou lá por dois dias antes de ser localizado por seu tio, que morava nos morros perto do sinal. Sua nota suicida dizia simplesmente: "Estou com medo, sou uma covarde. Desculpe qualquer coisa. Se eu tivesse feito isso muito tempo atrás, teria poupado muito sofrimento. P.E.".Numa dessas viradas irônicas do destino, uma carta chegou a Entwistle no dia seguinte à sua morte oferecendo a ela um papel em um filme sobre uma mulher à beira do suicídio.


3. Morte por pilha de lixo

Dizem que o lixo de uma pessoa é o tesouro de outra, mas isso pode ficar fora de mão se você se tornar um colecionador de objetos inúteis e não jogar nada no lixo. A maioria das pessoas tem um pouquinho dessa tendência dentro delas, mas não a ponto de matá-las. Infelizmente, o mesmo não pode ser dito sobre os irmãos Collyer, de Nova York.

Langley e Homer Collyer mudaram-se para o Harlem, bairro de Nova York, em 1909, quando ainda estavam com 20 e poucos anos. Filhos de uma família de classe privilegiada, os irmãos se tornaram gradativamente fechados ao longo dos anos e começaram a acumular itens. Quanto eles acumularam? Estima-se que foram 180 toneladas (ou 163 toneladas cúbicas) de lixo no apartamento em que moravam. Candelabros quebrados, carrinhos de bebê estragados, pianos esmagados, relógios rachados e mobília mofada estavam amontoadas em cada canto de sua casa. Homer ficou cego nos anos 1930 e de cama em 1940 por causa do reumatismo. Seu irmão mais novo cuidava de cada necessidade sua e até guardou centenas de milhares de jornais na esperança de que Homer recobrasse a visão algum dia.

Estranhamente, a casa também tinha armadilhas ocultas para evitar invasores. Aconteceu disso ser a ruína de Langley quando ele tropeçou em uma dessas armadilhas e foi enterrado sob uma avalanche de lixo. Incapaz de ajudar, Homer acabou morrendo lentamente de fome enquanto seu irmão jazia sob a pilha de refugos. A polícia procurou em Manhattan por semanas antes de perceber que Langley estava enterrado em sua própria casa.


2. Morte por fenômeno inexplicado

O que aconteceu exatamente para causar as mortes de nove trilheiros nos Montes Urais, na Rússia, em 2 de fevereiro de 1959, prmanece um dos mais notórios mistérios sem solução do país. Em 28 de janeiro, dez estudantes do Instituto Politécnico Ural saíram para fazer uma trilha de inverno. Um dos mebrosdo grupo ficou doente e foi deixado em um acampamento na montanha para se recuperar.

Os outros nove nunca saíram da floresta, e o que os investigadores encontraram foi assustador e confuso. Sua tenda abandonada foi encontrada rasgada de dentro para fora, metade enterrada na neve, com os sapatos e os pertences dos estudantes ainda dentro. Os primeiros dois corpos foram encontrados no limite da floresta, descalços e vestidos com roupa de baixo. Outros três corpos foram encontrados próximos em condições similares. Dois meses depois, os últimos quatro corpos foram descobertos enterrados na neve a cerca de 75 m das primeiras vítimas.

Esses quatro estudantes tinha ferimentos internos massivos, costelas quebradas e crânios esmagados. Um deles tinha tido a língua arrancada. Uma coisa que deixou os investigadores perplexos foi o fato de que não havia sinais de luta nem ferimentos externos. As quatro últimas vítimas estavam usando algumas das roupas dos outros, que descobriu-se terem altos níveis de radiação.
As teorias foram abandonadas com o tempo - avalanche, interação com alienígenas e testes militares, para nomear algumas. Os arquivos do caso estavam lacrados at;e 1990, quando ficou-se sabendo que esferas laranjas brilhantes foram vistas no céu naquela noite por outros praticantes de trilha. Isso e a radiação nas roupas levaram a maioria das pessoas a acreditar que aconteciam alguma manobras militares secretas - embora o governo russo nunca tenha admitido.


1. Morte por descuido

Em 1982, o caminhoneiro americano Larry Walters, de Los Angeles, se aventurou nos céus de Los Angeles sentado em uma cadeira de praia de alumínio presa a 45 balões  de gás hélio. Walters, que tencionava voar por algumas horas a apenas 9 m do chão, chegou a 5.000 m de altitude e ficou "preso" à sua cadeira no ar por 14 horas. Felizmente, os balões foram perdendo altitude e Walters foi resgatado com vida.

O padre católico Adelir Antônio de Carli, do Brasil, não teve tanta sorte. Decidido a estabelecer um recorde mundial para voo em balão de gás com o objetivo de promover seu plano de construir uma parada de descanso espiritual para caminhoneiros, o padre pegou uma cadeira plástica leve, amarrou-a a balões de festa e partiu para a sua aventura.

Preocupado com segurança, em vez de amarrar na cadeira sanduíches e cerveja como fizera Walters, de Carli levou consigo um telefone por satélite e um receptor GPS. Contudo, o padre cometeu um erro fatal: não aprendeu a usar o GPS antes do fatídico voo que saiu de Paranaguá com destino a Dourados, no Paraná.

O tempo mudou, os ventos mudaram, e o padre pendurado nos balões de festa foi soprado em direção ao alto-mar. Enquanto ainda voava sobre a terra, de Carli poderia ter aberto o páraquedas, mas preferiu não fazê-lo. Perdido no mar, ele resolveu telefonar por ajuda, mas o resgate não sabia onde ele estava. De Carli ficou brigando com o GPS e a bateria do telefone acabou, sem que ele ou o resgate soubesse da sua localização. Pedaços de balões foram encontrados em montanhas e praias de Santa Catarina. Em 3 de julho, um pedaço de seu corpo foi encontrado boaindo a 100 km da costa de Maricá, no Rio de Janeiro.

Fonte: Charles Bryant.  "HowStuffWorks - 11 maneiras bizarras de morrer".  Publicado em 17 de dezembro de 2009  http://pessoas.hsw.uol.com.br/11-maneiras-bizarras-de-morrer11.htm  (05 de janeiro de 2010)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

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